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Com caso Master no radar, Lula participa da abertura do ano judiciário

Lula chega para cerimônia de abertura do ano Judiciário O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta segunda-feira (2) da abertura do ano judi...

Com caso Master no radar, Lula participa da abertura do ano judiciário
Com caso Master no radar, Lula participa da abertura do ano judiciário (Foto: Reprodução)

Lula chega para cerimônia de abertura do ano Judiciário O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta segunda-feira (2) da abertura do ano judiciário, em cerimônia realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. O presidente chegou ao Supremo para o evento que marca o início das atividades do Judiciário em 2026 por volta das 13h55. Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (UniãoBrasil-AP), também participam do evento. Os dois chegaram juntos por volta das 13h59. Na programação, há previsão de que Lula discurse ao fim da cerimônia. Ele deve falar após os discursos do presidente do STF, Edson Fachin; do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Beto Simonetti; e do procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco. A presença de Lula no evento ocorre em meio à repercussão do caso Master, que reacendeu o debate sobre a atuação do sistema financeiro, a fiscalização de instituições privadas e o papel do Judiciário na apuração de irregularidades econômicas (entenda mais abaixo). Polêmicas envolvendo autoridades Medidas tomadas pelo ministro Dias Toffoli no caso Master, consideradas incomuns, geraram críticas nos meios político e jurídico. Além disso, nas últimas semanas, foi revelado que fundos ligados ao Master compraram a participação de irmãos do ministro do STF em um resort na cidade de Ribeirão Claro, no Paraná. Os capítulos do caso Master também envolvem o nome do ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. Segundo reportagem do portal "Metrópoles", o escritório de Lewandowski recebeu R$ 5 milhões do Banco Master para prestação de serviços de consultoria jurídica. Ainda segundo a reportagem, o contrato foi mantido mesmo depois que ele assumiu o cargo de ministro da Justiça, em fevereiro de 2024. Nesse contexto, a Supremo volta aos trabalhos em meio à discussão sobre a adoção de um Código de Conduta para os magistrados da Corte. Os novos desdobramentos ampliaram o debate público sobre possíveis conflitos de interesse e a necessidade de esclarecimentos, o que mobilizou autoridades, provocou reações no mercado e ampliou a atenção sobre grupos financeiros. O caso Master é visto como um teste para o sistema de controle e para a capacidade de resposta das instituições diante de crises com potencial impacto econômico. - Esta reportagem está em atualização Lula Ricardo Stuckert / Presidência da República

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